Canon de Yaoundé - The Brazilians of Africa

Janeiro 24th, 2010 de aryrocco

Extraído do site www.fifa.com

(13/01/2010) No other team dominated the Cameroonian club scene in the 1970s and 1980s like Canon de Yaounde. The capital outfit were torchbearers for an entire continent at the time, playing a style of football so entertaining they were nicknamed the ‘Brazilians of Africa’.

Since then, Canon’s star has faded, despite their most recent title in 2002, but the glow of greatness and the passion at the heart of the club have never disappeared.

Honours

10 Cameroonian Championships (1970, 1974, 1977, 1979, 1980, 1982, 1985, 1986, 1991, 2002)

11 Cameroonian Cups (1967, 1973, 1975, 1976, 1977, 1978, 1983, 1986, 1993, 1995, 1999)

3 African champions (1971, 1978, 1980)

Legendary players

Jean Manga-Onguene (1966-1982), Theophile Abega (1974-1984), Marc-Vivien Foe (1991-1994), Raymond Kalla (1993-1995), Emmanuel Kunde, Thomas Nkono (1974 and 1976-1982), Francois Omam-Biyik (1986/87), Jacques Songo’o (1989), Pierre Wome (1994-1996).

Birth of an institution

To mark a French celebration on 11 November 1930, the ruling governor requested a football match be held in Yaounde, but with games due in Douala at the same time, Etoile Indigene were the only team present in the country’s political capital. The French authorities instructed the head of the Nyong-et-Sanaga region to create another, and the club formed as a result were named Canon de Yaounde.

According to legend, during heated discussions over what to call the new side, senior figure Mvogo Melingui asked for the name of the gun that had helped rout German troops in Yaounde in 1916, remembering only that it made the clicking sound ‘Kpa’, followed by a ‘Kum’ as it fired. Those present answered ‘Canon’.

The first players to mark the history of the club were Zing Martin Omgba, Francis Belinga, Joseph Amougou, Rene Ndong, Etienne Belinga, Jacques Bouli and Gabriel Abega, and Kpa-Kum won their first trophy in 1957, clinching the second edition of the Cameroonian Cup. Three years later, they fell 2-1 to Lions de Yaounde in the final.

After independence in 1960, the Cameroon Football Association was formed and joined CAF. That was also the year of the first national championship and Canon quickly found themselves out of their depth, watching the likes of Oryx Douala, Caiman Douala, Diamant Yaounde and Union Douala claim the title between 1961 and 1969. Canon even suffered a brief spell in the second tier before a second Cameroonian Cup triumph in 1967 heralded the start of an exciting new era.

The making of a legend

Kpa-Kum secured their first league title in 1970 and the following year they won their first ever continental honour, the African Cup of Champion Clubs. By 1973 and the club’s third Cameroonian Cup, which they claimed by sweeping aside Diamant 5-2, they were on the road to consistent success.

In each of the years leading up to 1980, Canon were either fully involved in the championship race or made their way through to the domestic cup final. On the continental stage, the Nkolndongo neighbourhood outfit added to their list of honours in three successive seasons between 1978 and 1980, winning the African Cup of Champion Clubs twice (1978 and 1980) as well as the African Cup Winners’ Cup (1979).

The club rapidly became one of Africa’s most dominant forces, and Canon players formed the backbone of the Cameroon team that impressed at the 1982 FIFA World Cup Spain™ and won the CAF African Cup of Nations in Côte d’Ivoire two years later. Of that side, Gregoire Mbida, Onguene Manga and Theophile Abega stood out for their goalscoring instincts, powerful finishing and technique, while Emmanuel Kunde’s shooting brought joy to supporters and agile goalkeeper Thomas Nkono was noted for the distance of his kicks, which fans dubbed ‘long-haul deliveries’.

Despite a number of departures, Canon continued to ride high in the 1980s, thanks to the emergence of exciting new generations of talent, led by the likes of Marc-Vivien Foe, Jacques Songo’o, Louis-Paul Mfede, Francois Omam-Biyick and Pierre Wome.

The club fell from the forefront in the following decade but still maintained a competitive level, taking the league title in 1991 and three national cups. In 2000, Canon hit the headlines again by reaching the African Cup Winners’ Cup final, where they lost to Zamalek, but since adding their last piece of silverware in 2002, they have dropped further and further from view. Indeed, Cotonsport Garoua now enjoy the reputation of being the supreme presence in Cameroonian football.

The present

Canon de Yaounde are regularly beset by problems of stewardship. On 8 August 2009, the club President resigned for the first time in 20 years, provoking a crisis meeting at which Kpa-Kum’s board set up a transitional body charged with preparing the team for the 2009/10 season. The side have not fared with distinction on the pitch so far, currently lying ninth with a record of nine wins, seven draws and ten defeats.

The stadium

Stade Ahmadou-Ahidjo is an omnisports arena located at the heart of the Mfandena neighbourhood in the east of Yaounde. It was built in February 1972 for the eighth edition of the African Cup of Nations and underwent further work in 2007, when its capacity was increased to 38,509 seated places. Aside from Canon matches, it hosts the Cameroonian national side, and it was in this stadium that Roger Milla played a memorable testimonial match in 1988.

Uefa aprova fair-play financeiro e aperta o cerco de clubes endividados

Janeiro 23rd, 2010 de aryrocco

Fonte: GloboEsporte.com

(07/01/2010) Times da Europa não podem gastar mais dinheiro do que geram para entrar nas competições européias.

Platini ficará de olho nos clubes endividados O Comitê Executivo da Uefa aprovou nesta terça-feira por unanimidade, em Nyon, na Suíça, o fair-play financeiro, regra que proibirá a participação nas competições europeias de times que gastem mais dinheiro do que geram durante a temporada.

A medida foi aprovada e passará a ser aplicada nas próximas três temporadas, garantindo um controle econômico das equipes que disputarão a Liga dos Campeões ou a Liga da Europa, com o capital equilibrado, excluindo os clubes endividados.

Com o fair-play financeiro, times endividados como Manchester United, Inter de Milão, Chelsea ou Liverpool não poderiam ter disputado a Liga dos Campeões.

Michel Platini já tinha anunciado que a partir da temporada de 2012-2013, a entidade pretendia verificar as contas dos times europeus relativas às duas temporadas anteriores. As punições seriam aplicadas por um tribunal independente no ano seguinte.

Na reunião desta terça-feira, Jean-Luc Dehaene, antigo primeiro-ministro belga, foi escolhido como o gestor do controle financeiro.

Premier League terá parceiro tecnológico

Janeiro 23rd, 2010 de aryrocco

Fonte: Universidade do Futebol

(07/01/2010) O Campeonato Inglês de futebol (Premier League) busca empresas para explorar uma nova propriedade de patrocínio. A liga pretende fechar uma parceria para o setor tecnológico, com foco em estatísticas e tecnologia da informação.

"Nós temos trabalhado nos últimos anos para aumentar a demanda por informações mais densas sobre os jogos da Premier League. Sabemos que há um enorme interesse em diferentes níveis. Nossa presença de mídia online tem crescido muito", disse Richard Masters, diretor de marketing e vendas da liga.

A temporada 2007/2008 da competição foi transmitida em 500 milhões de casas pelo mundo, com 100 mil horas de cobertura. A ideia de um parceiro de tecnologia é incrementar essas transmissões com inovações da área e com estatísticas.

Outros focos da Premier League são o aumento dos recursos de seu site oficial e a melhoria na medição da exposição dos patrocinadores.

Fonte: Máquina do Esporte - www.maquinadoesporte.com.br

Marco do pop no país, Rock in Rio faz 25 anos

Janeiro 23rd, 2010 de aryrocco

THIAGO NEY

da Folha de S.Paulo

(13/01/2010) Dez dias. Público médio de 150 mil por noite. Vinte e nove artistas. Os números exagerados indicam a dimensão do que foi a primeira edição do Rock in Rio, em 1985. Pelo pioneirismo e pela grandeza, ainda hoje pode ser considerado o mais importante festival pop que já ocorreu no Brasil.

Vinte e cinco anos atrás, o Brasil era um deserto para a música pop internacional. O país havia recebido pouquíssimos artistas de primeira linha, em shows esporádicos (como Alice Cooper, Van Halen).

O Rock in Rio (ocorrido entre 11 e 20 de janeiro de 1985, numa área que ficou conhecida como Cidade do Rock, na Barra da Tijuca) foi uma iniciativa do publicitário Roberto Medina, da Artplan –iniciativa considerada "maluca" por executivos de gravadoras e especialistas da área. Era 1985, momento em que o Brasil saía de uma ditadura para experimentar novamente a democracia.

"Estávamos em uma época de transição para a democracia e eu queria fazer algo. Numa ocasião, em casa, passei a noite acordado, desenhando. Estava sozinho e de repente surgiu o formato do festival e até o nome", relembra Medina, 62.

"Eu já tinha produzido o show do Frank Sinatra no Rio em 1980, mas aquilo não me credenciava para fazer algo como o Rock in Rio. Foi um desafio enorme. Mas a inexperiência funcionou a favor. Porque se eu soubesse das dificuldades, nunca teria feito."

Uma das dificuldades: o sino do AC/DC. A banda australiana viajava (e ainda viaja) com um sino que pesa pouco mais de uma tonelada. Medina não tinha dinheiro para trazê-lo de navio. Os roqueiros rebateram: se o sino não for, eles também não vão. "Então eu trouxe o sino. Mas quando foram montá-lo, ele era tão pesado que quebrou a estrutura e se espatifou no chão. Aí eles fizeram um sino de gesso mesmo. Só me contaram uns três meses depois, com medo de que eu fosse ter um treco", diz Medina.

Iron Maiden, Queen, AC/DC, Yes, James Taylor, Whitesnake, Ozzy Osbourne, B-52’s. A quantidade de artistas estrangeiros era algo inédito. O que causou problemas com artistas daqui -a maioria dos brasileiros tocou com som baixo.

"Tivemos sorte de termos uma equipe dinâmica. Escapamos do caos que acontecia. Era trabalhoso passar o som, usar a luz", afirma João Barone, dos Paralamas do Sucesso. "Lembro que não podia ter artista brasileiro no corredor do backstage na hora em que o pessoal do Scorpions iria passar, por exemplo. O Freddie Mercury (Queen) chegava de helicóptero…. Foi curioso ver aquilo acontecer na nossa frente, naquela época."

Erasmo Carlos dedica um capítulo de seu livro de memórias às vaias que tomou dos roqueiros quando se apresentou antes das bandas pesadas. Já Ivan Lins, que tocou em noites mais calmas, não teve contratempos: "Meu técnico de som sabia falar inglês e fez uma média com os gringos. Por isso não tive nenhum problema".

Filme sobre Lula pode influenciar eleições presidenciais no Brasil

Janeiro 23rd, 2010 de aryrocco

Alexei Barrionuevo (The New York Times)

em Santo Antonio de Jesus (Brasil)

(13/01/2010) Nas cenas iniciais do novo filme brasileiro, um menino de 7 anos de idade caminha descalço pela terra seca, cheia de cactos, da cidade nordestina de Caetés. Ele vai pegar água de um rio que também serve às vacas, enquanto sua mãe espera na casa de um cômodo que divide com sete outros irmãos.

O menino, Luiz Inácio Lula da Silva, tornou-se presidente do Brasil e é um dos líderes mais populares do mundo, apesar de ter apenas a quarta série primária e de uma infância na pobreza.

O filme, "Lula, o filho do Brasil", que inaugurou nos cinemas brasileiros no Ano Novo, acompanha sua inspiradora trajetória, da infância de subsistência com uma mãe muito amorosa e dedicada e um pai alcoólatra e violento, até sua ascensão heróica como sindicalista que foi brevemente preso pela ditadura militar.

"O que Lula ofereceu aos brasileiros foi a liberdade de um complexo de inferioridade", disse Fabio Barreto, diretor do filme e defensor manifesto do presidente, que não se desculpa por envernizar pontos complicados de sua história. "Esta sociedade sempre foi tratada como inferior e preguiçosa. Ninguém veio aqui para nos dizer que nosso povo era forte."

O filme é interrompido antes da carreira política do Lula decolar. Mas isso não impediu políticos e outros críticos de questionarem as intenções dos produtores, que lançaram o filme em ano de eleição presidencial.

"Tudo neste filme é político. Você não está simplesmente fazendo um filme sobre um brasileiro comum", disse Amaury de Souza, analista político do Rio de Janeiro.

Apesar de Lula não poder concorrer à reeleição, ele espera transferir sua popularidade para a chefe da casa civil, escolhida por ele como sua sucessora, Dilma Rousseff. Além da ajuda que pode dar a Rousseff, cujo nome teve dificuldade em ser reconhecido, analistas políticos veem o filme como parte da repaginação do "mito do Lula", que poderia ajudá-lo a voltar ao poder em 2014.

Durante anos, o ex-líder de um sindicato dos metalúrgicos foi retratado como uma história de sucesso da classe trabalhadora industrial, um operário de uma fábrica de automóveis que foi eleito presidente em sua quarta tentativa. Como presidente, sua administração econômica estável, apelo populista e carisma tornaram-no um ícone nacional.

Contudo, um escândalo de compra de votos no Congresso prejudicou seu Partido dos Trabalhadores em 2005, provocando uma ameaça de impeachment do presidente. Lula, então, começou a se distanciar do partido e a enfatizar sua história como "o brasileiro pobre que vem de um barraco e se transforma em presidente do Brasil", disse Souza.

O filme levará esta narrativa possivelmente para milhões de espectadores. Se a reação do público neste cinema na última quinta-feira à noite servir de indicação, vão achar sua mensagem atraente.

"Ele mostra a determinação e a vontade de viver que muitos brasileiros têm, especialmente nas classes mais pobres. E mostra a perseverança de Lula. Não sabia que ele tinha sofrido tanto", disse Gulimar Ferreira, promotor público, enquanto deixava o cinema.

Lula também ficou comovido, chorando abertamente em uma apresentação especial em novembro último. "Eu comecei a chorar no início, quando vi a imagem da minha mãe", disse aos repórteres no dia seguinte.

Em uma conferência com a imprensa no mês passado, ele negou que o filme pudesse ajudar Rousseff, cujo personagem não apareceu no filme. "O filme, na realidade, é a história da minha mãe", disse ele. "Não é um filme sobre o Lula."

Os produtores dizem que não queriam fazer um filme político, e sim que esperavam capitalizar a popularidade de Lula, que tem índice de aprovação de 70% em seu último ano de mandato.

"Não acho que um filme tenha o poder" de afetar as eleições, disse Paula Barreto, produtora do filme. "Lula é Lula, e este filme é sobre sua família."

A família Barreto, de cineastas proeminentes, mora no Rio e é admiradora confessa de Lula. O patriarca da família, Luiz Carlos Barreto, 81, que produziu o filme brasileiro mais bem sucedido de todos os tempos, "Dona Flor e Seus Dois Maridos", procurou fazer um filme sobre o presidente após comprar os direitos, em 2003, de um livro de Denise Paraná, ex-porta-voz de Lula.

O filme foi lançado agora, disse Barreto, "porque estava pronto".

Ainda assim, atraiu críticas por suas omissões e aparentes tentativas de desinfetar a história da vida de Lula. O filme não menciona, por exemplo, o episódio quando ele tinha 29 anos e abandonou sua namorada, Miriam Cordeiro, grávida de seis meses.

Barreto disse que os cineastas tiraram a história de Cordeiro após a família dela ameaçar entrar na justiça. A família de Cordeiro não quis fazer comentários para este artigo.

O filme também substituiu a cachaça preferida por Lula por cerveja. Barreto disse que isso foi feito porque a empresa de cerveja brasileira AmBev pagou pela substituição do produto.

"Tudo o que você vê é baseado em eventos reais, com um toque de ficção", disse Fabio Barreto, diretor. "Não é um documentário". (Barreto foi entrevistado antes de ter um sério acidente de automóvel, no dia 19 de dezembro. Ele ainda está em coma induzido.)

 

Paraná, a roteirista, disse que várias cenas do "heroísmo" de Lula foram cortadas na edição. Os Barreto também salientam que não usaram incentivos do governo em geral disponíveis para as empresas que investem em produções brasileiras. Contudo, o financiamento ainda gera questionamentos. Algumas das maiores empresas do Brasil investiram no filme, que, a quase US$ 7 milhões (em torno de R$ 12 milhões) é o filme brasileiro mais caro de todos os tempos. Entre elas estão firmas de construção pesada, como Odebrecht e Camargo Correa, e empresas de energia elétrica que dependem de concessões do governo.

Alguns críticos afirmaram que os patrocinadores podem estar em busca de favores do governo, neste início de período intenso de desenvolvimento de infra-estrutura antes dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio.

Se o filme vai ter um papel nas eleições ainda não se sabe. Apesar de ter uma população de mais de 190 milhões de habitantes, o Brasil tem apenas 2.300 cinemas; 93% dos municípios não têm cinemas, disseram os Barreto.

Ainda assim, os Barreto estão fazendo um esforço intenso para fazer o filme ser visto por muitos, especialmente os pobres. Os produtores planejam um segundo lançamento em março em cidades isoladas que não têm cinemas, usando caminhões e tendas para apresentar o filme, disse Barreto.

Eles estão discutindo com a gigante da mídia brasileira, Globo, que tem direitos de televisão do filme, sobre a produção de uma minissérie.

Aqui em Santo Antonio de Jesus, no interior menos afluente do Brasil, o público parece receptivo. Almeida, que vai votar pela primeira vez neste ano, disse que o filme deu a ela maior apreciação do presidente. "Vou votar na Dilma neste ano porque quero ver o país continuar no caminho que está", disse ela. "Não sei muito sobre ela, preciso saber mais, mas ouvi dizer que ela tem uma história política similar à do Lula, que ela lutou muito como ele."

Tradução: Deborah Weinberg

Manchester United segue no topo da lista dos clubes mais valiosos do mundo

Janeiro 23rd, 2010 de aryrocco

Do UOL Esporte

(12/01/2010) O clube inglês Manchester United ficou, pelo segundo ano consecutivo, na primeira colocação dos clubes mais valiosos do mundo, divulgado pela revista norte-americana Forbes. O patrimônio do time subiu 4% entre abril de 2008 e o mesmo mês de 2009, quando chegou a US$ 1,870 bilhão.

Segundo a revista, apesar da recessão que atingiu vários países do mundo, “as entidade mais ricas seguem vivendo bem”. Além disso, a Forbes destacou que pode se dizer que o Manchester United é a marca esportiva mais poderosa do planeta.

Os times de futebol americano Dallas Cowboys e Washington Redskins vem logo atrás na listagem, com um patrimônio de US$ 1,650 bilhão e US$ 1,550 bilhão. Na quarta colocação está a equipe de beisebol New York Yankees (US$ 1,500 bilhão), que inaugurou um estádio milionário e conquistou o seu 27º título do World Series.

Na quinta colocação ficou outro time de futebol americano, o New England Patriots, com US$ 1,360 bilhão. O Real Madrid ficou no sexto posto, com US$ 1,350 bilhão de patrimônio, seguido pelo Arsenal da Inglaterra (US$ 1,200 bilhão), que tem um patrocínio com a Emirates Airline, de Dubai, que deve chegar a US$ 145 milhões em oito anos.

Mais três equipes de futebol americano completam a listagem da Forbes, os Giants (US$ 1,180 bilhão) e os Jets (US$ 1,170 bilhão) de Nova York e o Houston Texans (US$ 1,150 bilhão).

LISTA DOS CLUBES MAIS RICOS DO MUNDO

CLUBES PATRIMÔNIO

1. Manchester United US$ 1,870 bilhão

2. Dallas Cowboys US$ 1,650 bilhão

3. Washington Redskins US$ 1,550 bilhão

4. New York Yankees US$ 1,500 bilhão

5. New England Patriots US$ 1,360 bilhão

6. Real Madrid US$ 1,350 bilhão

7. Arsenal US$ 1,200 bilhão

8. New York Giants US$ 1,180 bilhão

9. New York Jets US$ 1,170 bilhão

10. Houston Texans US$ 1,150 bilhão

Arnaldo Jabor comenta programa de Direitos Humanos de Lula

Janeiro 23rd, 2010 de aryrocco

O comentarista Arnaldo Jabor afirmou que o novo Programa Nacional de Direitos Humanos é bonito por fora e soviético por dentro.

Para ele, o principal desejo do governo é controlar a imprensa.

Decreto Golpista de Lula usa direitos humanos para tentar censurar a Imprensa e quer Movimentos Sociais substituindo o Congresso

Janeiro 23rd, 2010 de aryrocco

Extraído do blog de Reinaldo Azevedo

(07/01/2010) Vocês pensam que já expus aqui todo o show de horrores do tal decreto que supostamente trata do Programa Nacional de Direitos Humanos? Pois falta ainda explicitar muita coisa. O texto também avança sobre os meios de comunicação. O PT abre, assim, mais uma frente de perseguição à imprensa. Todas aquelas propostas da tal Confecom (Conferência de Comunicação), que resultariam em censura se fossem aplicadas, estão consolidadas também no tal decreto.

Sob a desculpa de defender os direitos humanos — e o totalitarismo sempre tem justificativas humanitárias para se exercer —, institui-se uma verdadeira polícia política para vigiar e punir a “mídia”.  Leiam a Diretriz 22 no anexo do tal decreto. Volto em seguida.

Diretriz 22: Garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação para consolidação de uma cultura em Direitos Humanos.

Objetivo Estratégico I:

Promover o respeito aos Direitos Humanos nos meios de comunicação e o cumprimento de seu papel na promoção da cultura em Direitos Humanos.

Ações Programáticas:

a)Propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas.

Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça; Ministério da Cultura

b)Promover diálogo com o Ministério Público para proposição de ações objetivando a suspensão de programação e publicidade atentatórias aos Direitos Humanos.

Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República

c)Suspender patrocínio e publicidade oficial em meios que veiculam programações atentatórias aos Direitos Humanos.

Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça

d)Elaborar critérios de acompanhamento editorial a fim de criar ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de Direitos Humanos, assim como os que cometem violações.

Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério da Justiça

(…)

f)Avançar na regularização das rádios comunitárias e promover incentivos para que se afirmem como instrumentos permanentes de diálogo com as comunidades locais.

Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério da Justiça

(…)

Objetivo Estratégico II:

Garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação.

Ações Programáticas:

a)Promover parcerias com entidades associativas de mídia, profissionais de comunicação, entidades sindicais e populares para a produção e divulgação de materiais sobre Direitos Humanos.

Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério das Comunicações

(…)

c)Incentivar a produção de filmes, vídeos, áudios e similares, voltada para a educação em Direitos Humanos e que reconstrua a história recente do autoritarismo no Brasil, bem como as iniciativas populares de organização e de resistência.

Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério da Justiça

Voltei

É o PT se revelando. A partir de agora, ninguém mais poderá alegar inocência. As ditaduras jamais se instauram alegando maus propósitos, é evidente. Até as mais odientas, que servem de modelo de horror, como o nazismo e o stalinismo, vislumbravam um homem ideal, livre. Todas elas sempre falam em nome da PRESERVAÇÃO DE UM BEM e da RESTAURAÇÃO DA VERDADE. E, por óbvio, elegem seus inimigos.

Ora, a quem caberá definir o que e quem “viola” ou não os direitos humanos? Está claro no decreto: são as ditas entidades da sociedade civil, que estão, como todos sabemos, a serviço dos petistas. Como o partido acredita que não se distingue do estado e da sociedade, ele se oferece para ocupar as funções que cabem a ambos. Se a tese prosperasse, viveríamos sob uma censura partidária disfarçada de senso comum e de bom senso.

Eis por que costumo dizer que os nossos “bolivarianos” são bem mais espertos do que os bolivarianos dos outros. Enquanto Hugo Chávez, o delinqüente de Caracas, atua em nome pessoal, chamando para si a responsabilidade dos atos discricionários que ele pretende revolucionários, os petistas preferem apelar ao chamam a “sociedade organizada”, de modo que a vontade do partido se confundam com a vontade coletiva.

Alguns bobinhos poderiam perguntar: “Mas que mal há em punir emissoras de TV, por exemplo, que não respeitem os direitos humanos”? A questão rigorosamente não é esta. O Brasil tem uma Constituição com os princípios gerais que regem o respeito ao “outro” e às diferenças. O que precisa ficar claro é que estão tentando criar uma legislação paralela, pautada pela militância partidária, para monitorar, censurar e punir aqueles atores que essa militância acusa de agredir os direitos humanos.

Desavergonhado

O decreto é de tal sorte desavergonhado que não se vexa em atacar governos anteriores em linguagem claramente ideológica. Leiam o que diz o texto sobre os “movimentos sociais”:

Nos anos que se seguiram, os movimentos passaram a se consolidar por meio de redes com abrangência regional ou nacional, firmando-se como sujeitos na formulação e monitoramento das políticas públicas. Nos anos 1990, desempenharam papel fundamental na resistência a todas as orientações do neoliberalismo de flexibilização dos direitos sociais, privatizações, dogmatismo do mercado e enfraquecimento do Estado. Nesse mesmo período, multiplicaram-se pelo País experiências de gestão estadual e municipal em que lideranças desses movimentos, em larga escala, passaram a desempenhar funções de gestores públicos.

Trata-se de uma abordagem inaceitável num texto legal, além de estupidamente mentirosa. Que “neoliberalismo”, cara pálida? Quais direitos sociais foram flexibilizados? Seria impossível apontar um só. Ao contrário: os direitos sociais foram ampliados desde a Constituição de 1988, inclusive e especialmente no governo FHC. A um governo cabe, nos limites da lei, privatizar ou estatizar empresas, por exemplo (ele que faça as suas escolhas), mas não cabe fazer proselitismo a favor ou contra a “privatização”. Não num decreto!!! Acontece que este é o trecho do texto que tenta transformar os movimentos sociais numa espécie de Congresso paralelo.

E é isso o que não está ainda devidamente claro sobre o tal decreto 7.037. Como Lula e os petistas sabem que não conseguirão fazer a sua tão sonhada “constituinte”, tentam impô-la na marra por meio de outros expedientes. Os petistas querem usar os ditos “movimentos sociais” como o seu Congresso alternativo. Será que forço a mão? Ora, leiam os dois primeiros parágrafos do Anexo. Faltou pouco para que se exaltasse ali a própria fundação do PT:

A partir da metade dos anos 1970, começam a ressurgir no Brasil iniciativas de articulação dos movimentos sociais, a despeito da repressão política e da ausência de canais democráticos de participação. Fortes protestos e a luta pela democracia marcaram esse período. Paralelamente, surgiram iniciativas populares nos bairros reivindicando direitos básicos como saúde, transporte, moradia e controle do custo de vida. Em um primeiro momento, eram iniciativas atomizadas, buscando conquistas parciais, mas que ao longo dos anos foram se caracterizando como movimentos sociais organizados.

Com o avanço da democratização do País, os movimentos sociais multiplicaram-se. Alguns deles institucionalizaram-se e passaram a ter expressão política. Os movimentos populares e sindicatos foram, no caso brasileiro, os principais promotores da mudança e da ruptura política em diversas épocas e contextos históricos. Com efeito, durante a etapa de elaboração da Constituição Cidadã de 1988, esses segmentos atuaram de forma especialmente articulada, afirmando-se como um dos pilares da democracia e influenciando diretamente os rumos do País.

Revelando o jogo

O governo Lula e o PT explicitaram o jogo. Juste-se o decreto às propostas da tal Confecom, e não há dúvida sobre as pretensões dessa gente: ditadura do partido único, ainda que obedecendo às chamadas “regras de mercado” — eles podem ser autoritários, muitos são totalitários, mas ninguém ali é burro.

O caminho para a realização de seus propósitos pode ser, por que não?, o Congresso Nacional. Caso Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil (pasta que responde pela forma final dos decretos) e candidata do PT à Presidência, vença a disputa, terá início a fase de implantação da “ditadura mitigada”. Seria a chamada “Ditadura Sem-Vergonha”.

Na Copa São Paulo, Corinthians começa bem ano do centenário

Janeiro 17th, 2010 de aryrocco

Do UOL Esporte

(16/01/2010) Atual campeão da Copa São Paulo de futebol júnior, o Corinthians está eliminado da competição. Em uma partida com três pênaltis, o time paulista sofreu a virada do Juventude por 2 a 1, neste sábado, em Araraquara, e deu adeus ao torneio nas oitavas de final.

Apoiado pela torcida, o Corinthians iniciou melhor a partida e não demorou para abrir o placar. Aos 17 minutos, Taubaté converteu pênalti sofrido por Jadson e colocou o time paulista em vantagem. O gol, porém, fez com que a equipe se acomodasse na partida. Apesar de manter maior posse de bola, mostrou lentidão no ataque e pouco ameaçou o gol do Juventude.

Em desvantagem no placar, o Juventude voltou do intervalo mais ofensivo e chegou ao empate no início da etapa final. Em um lance polêmico, a arbitragem assinalou pênalti convertido por Hiago, aos 8 minutos.

O gol do time gaúcho fez o Corinthians se lançar ao ataque, mas de forma desordenada. O Juventude se postou no campo de defesa e passou a jogar no contra-ataque. A aposta deu certo e a equipe conseguiu a virada aos 32 minutos. Novamente cobrando pênalti, Hiago garantiu a classificação para as quartas de final.

Na base do desespero, o Corinthians pressionou o Juventude nos minutos finais. Aos 40 minutos, a equipe teve um gol de Claudir anulado por impedimento. Dois minutos depois, Jadson teve boa chance de empatar, mas mandou para fora. Mas a melhor oportunidade ocorreu aos 43 minutos com Elias, que desperdiçou cara a cara com o goleiro.

O Juventude enfrentará na próxima fase uma das surpresas da competição. O time gaúcho terá como adversário o CFZ-DF, que avançou às quartas de final após golear o Coritiba por 4 a 1. O time do Distrito Federal já havia eliminado o Flamengo na fase anterior.

Corinthians perde para “O Pequeno Stuart Little”

Janeiro 17th, 2010 de aryrocco

Fonte: www.adnews.com.br

(14/01/2010) O amistoso entre Corinthians e Huracán, que aconteceu ontem (13/01) no Pacaembu, não obteve a audiência esperada pela Rede Globo.

De acordo com o blog do Daniel Castro, o departamento de marketing do clube foi responsável pela venda dos direitos do jogo à Globo e a principal promessa era a estreia do lateral-esquerdo Roberto Carlos.

Mas, o técnico Mano Menezes vetou a estreia do jogador, de Ronaldo e de outros reforços contratados para a temporada 2010. Sem as grandes promessas do ano, o amistoso afetou a audiência da emissora, que marcou somente 14 pontos. O resultado foi ruim, em comparação com o dia anterior, quando a Globo obteve 18 pontos com o filme "O Pequeno Stuart Little".

Redação Adnews

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